- No dia 20/03/2012, um grupo de pessoas que estavam ocupando o conjutos estiva comprido orde judicial deixaram o local para que as casas fossem entregues a seus titulares conteplado do programa minha casa minha vida.
O prefeito Anderson realmente entregou as casas, mais muitos por terem onde morar ainda não tomaram posse de algumas casas que ainda esntão fechada. Outra ja estão sendo alugadas, dai eu pergunto: é certo?
Onde estão os nosso vereadores que nada veem? pela legislação o seu papel é fiscalizar e defender os direitos do cidadão, principalmente os menos favorecidos.
Será que levaram algum para ficar calados, ou são mesmo incompetentes para a função a que representam? Em nenhum momento eles tomaram conhecimento dessaquestão, pois se o tivessem feito, pessoas que possuem casas não estariam na contemplação. nem sei seos mesmos sabem que este conjunto existe, mais com certeza agora que estão em pleito pré-eleitoral farão com certeza um detalhado mapa do mesmo para si...
Governo Federal lança pesquisa sobre povos e comunidades tradicionais de terreiros
Livro foi lançado durante a 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, em Salvador. A pesquisa identificou 4.045 casas de terreiro. O maior percentual se encontra em Porto Alegre (1.342 casas), seguida de Recife (1.261) e de Belém (1.089). O menor número está em Belo Horizonte (353 casas)
Ana Nascimento/MDS

Salvador, 9 – Com muito axé (força) e o grito do povo de terreiro, o Ministério do Desenvolvimento Social eCombate à Fome (MDS), a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e a Fundação Cultural Palmares lançaram, durante a 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar eNutricional, em Salvador, nesta terça-feira (8), a pesquisa socioeconômica e cultural de povos e comunidades tradicionais de terreiros. Com o título “Alimento: direito sagrado”, a publicação é resultado de um trabalho decinco meses nas regiões metropolitanas de Recife, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre.
As comunidades de terreiro são territórios de preservação e culto das religiões de matriz africana, afro-brasileira e afro-indígena. Para Mãe Nalva, coordenadora da pesquisa em Belém e conselheira do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), “este livro veio mostrar que somos muitos – antes éramos invisíveis – e quais as nossas necessidades. Agora é esperar que as políticas públicas cheguem a nós”.
Marcelo Vilarino, representante da organização não governamental Associação Filmes de Quintal, que, por meio de licitação pública, fez a pesquisa, explicitou o avanço que esse trabalho proporcionará: “Obter essas informações significa dialogar com o Estado e ter acesso às políticas públicas”.
Maya Takagi, secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, avaliou que o livro é um presente de identidade cultural. “É um diagnóstico que tem peso para tantas pessoas”. Ivonete Carvalho, secretária de Políticas para Comunidades Tradicionais da Seppir, afirmou a necessidade de conhecer esses povos: “As comunidades de terreiro estão no País de norte a sul”.
Dados da pesquisa – A pesquisa identificou 4.045 casas de terreiro, sendo que o maior percentual se encontra em Porto Alegre (1.342 casas), seguida de Recife (1.261) e de Belém (1.089). O menor número está em Belo Horizonte (353 casas).
Foi confirmado o importante papel das casas de religião afro-brasileira e afro-indígena na promoção da segurança alimentar. A maioria delas produz e distribui alimentos para adeptos e não adeptos. Dos extremamentepobres, 53,3% situam-se em áreas urbanas, e quanto ao fator sexo, verificou-se que há distribuição homogêneaentre homens e mulheres, exceto em áreas urbanas, onde há maior presença de mulheres.
No quesito cor/raça, os dados revelaram que a maioria dessas pessoas são pardas ou pretas (70,8%). Quanto ao perfil das lideranças, a maioria é formada por mulheres negras com baixa escolaridade e renda mensal não superior a dois salários mínimos. São poucos os terreiros que têm autoprodução de alimentos (14%) ou criação de animais (14%). As cestas de alimentos do Governo Federal cumprem importante papel na disponibilidade decomida (26,5%). Constatou-se que 85% dos terreiros possuem cozinha, e mesmo os que não têm produzem em casa seus alimentos (92,8%).
A pesquisa indicou a necessidade de o poder público, seja federal, estadual ou municipal, trabalhar com açõesestruturantes junto aos terreiros e as comunidades do entorno em que se situam. Enquanto espaços deacolhimento, os terreiros podem ser vistos como facilitadores de ações de assistência social, saúde e segurança alimentar e nutricional de responsabilidade do Estado. São também espaços de promoção social e inclusão produtiva, potenciais lugares para a identificação de demandas por formação e capacitação da comunidade.
A sustentabilidade dessas culturas e a segurança alimentar e nutricional dessas comunidades estão relacionadas à produção de alimentos por meio dehortas comunitárias, quintais produtivos e agricultura urbana, conforme identificado pela pesquisa, que constatou a importância dos saberes tradicionais femininos. Junto à diversidade étnica e religiosa, eles precisam ser respeitados e trabalhados do ponto de vista de políticas culturais eeducacionais.
A pesquisa pode ser acessada no Portal do MDS: www.mds.gov.br/sesan/terreiros
Ouça o boletim de rádio: Governo lança livro sobre pesquisa socioeconômica em comunidades de terreiro
Adriana Scorza
Ascom/MDS
(61) 3433-1052www.mds.gov.br/saladeimprensa
As comunidades de terreiro são territórios de preservação e culto das religiões de matriz africana, afro-brasileira e afro-indígena. Para Mãe Nalva, coordenadora da pesquisa em Belém e conselheira do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), “este livro veio mostrar que somos muitos – antes éramos invisíveis – e quais as nossas necessidades. Agora é esperar que as políticas públicas cheguem a nós”.
Marcelo Vilarino, representante da organização não governamental Associação Filmes de Quintal, que, por meio de licitação pública, fez a pesquisa, explicitou o avanço que esse trabalho proporcionará: “Obter essas informações significa dialogar com o Estado e ter acesso às políticas públicas”.
Maya Takagi, secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, avaliou que o livro é um presente de identidade cultural. “É um diagnóstico que tem peso para tantas pessoas”. Ivonete Carvalho, secretária de Políticas para Comunidades Tradicionais da Seppir, afirmou a necessidade de conhecer esses povos: “As comunidades de terreiro estão no País de norte a sul”.
Dados da pesquisa – A pesquisa identificou 4.045 casas de terreiro, sendo que o maior percentual se encontra em Porto Alegre (1.342 casas), seguida de Recife (1.261) e de Belém (1.089). O menor número está em Belo Horizonte (353 casas).

No quesito cor/raça, os dados revelaram que a maioria dessas pessoas são pardas ou pretas (70,8%). Quanto ao perfil das lideranças, a maioria é formada por mulheres negras com baixa escolaridade e renda mensal não superior a dois salários mínimos. São poucos os terreiros que têm autoprodução de alimentos (14%) ou criação de animais (14%). As cestas de alimentos do Governo Federal cumprem importante papel na disponibilidade decomida (26,5%). Constatou-se que 85% dos terreiros possuem cozinha, e mesmo os que não têm produzem em casa seus alimentos (92,8%).
A pesquisa indicou a necessidade de o poder público, seja federal, estadual ou municipal, trabalhar com açõesestruturantes junto aos terreiros e as comunidades do entorno em que se situam. Enquanto espaços deacolhimento, os terreiros podem ser vistos como facilitadores de ações de assistência social, saúde e segurança alimentar e nutricional de responsabilidade do Estado. São também espaços de promoção social e inclusão produtiva, potenciais lugares para a identificação de demandas por formação e capacitação da comunidade.
A sustentabilidade dessas culturas e a segurança alimentar e nutricional dessas comunidades estão relacionadas à produção de alimentos por meio dehortas comunitárias, quintais produtivos e agricultura urbana, conforme identificado pela pesquisa, que constatou a importância dos saberes tradicionais femininos. Junto à diversidade étnica e religiosa, eles precisam ser respeitados e trabalhados do ponto de vista de políticas culturais eeducacionais.
A pesquisa pode ser acessada no Portal do MDS: www.mds.gov.br/sesan/terreiros
Ouça o boletim de rádio: Governo lança livro sobre pesquisa socioeconômica em comunidades de terreiro
Adriana Scorza
Ascom/MDS
(61) 3433-1052www.mds.gov.br/saladeimprensa







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Religisos de matrizes africanas, em missa de 2010





